Veículos de comunicação destacam a cultura, o empreendedorismo e a integração entre Brasil, Guiana Francesa e Suriname.
Fazer a cobertura da feira é levar a informação a quem não pôde estar presente, mostrando tudo o que acontece no evento e proporcionando à população a oportunidade de acompanhar, mesmo à distância, a riqueza cultural, os negócios e a integração promovidos pela Feira Internacional de Oiapoque," disse Beatriz Brito.
A atuação da imprensa amapaense tem sido uma importante aliada na divulgação da 3ª Feira Internacional de Oiapoque. Com reportagens especiais, entrevistas, transmissões ao vivo e ampla cobertura nas plataformas digitais, jornalistas de diferentes veículos de comunicação levam ao público os principais acontecimentos do evento, contribuindo para ampliar sua visibilidade e consolidar a feira como um dos maiores encontros de integração da fronteira norte do país.
Durante os quatro dias de programação, profissionais de televisão, rádio, jornais impressos, portais de notícias e mídias digitais acompanham apresentações culturais, rodadas de negócios, exposições, atividades gastronômicas e manifestações artísticas que evidenciam a riqueza cultural da Amazônia e fortalecem os laços entre Brasil, Guiana Francesa e Suriname.
A jornalista Aline Kaiser, fundadora e diretora do Portal Aline Kaiser, destacou que a cobertura da Feira Internacional de Oiapoque vai além da divulgação do evento e contribui para mostrar ao público a riqueza cultural e o potencial da região de fronteira.
"A 3ª Feira Internacional de Oiapoque recebe ampla cobertura da imprensa dando visibilidade para a cultura e potencial empreendedor. É fundamental para ampliar o alcance das informações, valorizar a cultura regional e aproximar a população das iniciativas que fortalecem a integração e o desenvolvimento da região de fronteira, ressaltou Aline Kaiser.
"A Feira Internacional de Oiapoque reúne histórias, cultura, empreendedorismo e integração entre diferentes povos. Para nós, jornalistas, é uma oportunidade de mostrar ao estado e ao país tudo o que esse evento representa para o desenvolvimento da região. Cada reportagem ajuda a dar visibilidade aos expositores, artistas e iniciativas que fortalecem a economia e valorizam a identidade amazônica."
A imprensa, além realizar, a cobertura jornalística destaca histórias de empreendedores, artesãos, artistas e expositores que encontram na feira uma oportunidade para divulgar seus produtos, ampliar mercados e fortalecer a economia criativa da região. O trabalho da imprensa também aproxima o público das experiências vividas na fronteira, despertando o interesse de visitantes e investidores.
Levar essa riqueza para outros estados e até para outros países é uma das grandes contribuições da imprensa", afirmou o jornalista Francisco Pinheiro.
Para a jornalista da Rede Amazônica, Francisco Pinheiro, de 23 anos, a presença dos veículos de comunicação amplia o alcance do evento e permite que pessoas de diferentes regiões conheçam a importância da iniciativa.
"A feira reúne cultura, empreendedorismo, turismo e integração entre povos. Nosso papel é mostrar essas histórias para que elas alcancem ainda mais pessoas e evidenciem", disse o jornalista Reginaldo Borges, âncora de um dos principais jornais da Rádio 102 FM. Ele ressaltou que a união entre as entrevistas, as redes sociais, os portais de notícias e os veículos tradicionais, como rádio e televisão, é essencial para ampliar o alcance da 3ª Feira Internacional de Oiapoque.
O jornalista Reginaldo Borges, um dos grandes nomes da imprensa amapaense , destaca que a cobertura jornalística também fortalece a identidade regional e valoriza quem faz parte desse processo de integração.
"Cada reportagem apresenta personagens, projetos e iniciativas que muitas vezes ultrapassam as fronteiras do Amapá. Mostrar essa diversidade é contribuir para que a população reconheça a importância da feira para o desenvolvimento da região."
Já a repórter da TV Band, Mayane Matos, ressalta que o evento oferece uma diversidade de pautas que aproximam o público da realidade da fronteira.
"Nosso papel é fazer a cobertura da feira e levar a informação a quem não pôde estar presente, permitindo que as pessoas acompanhem, mesmo à distância, toda a diversidade, a cultura e as oportunidades que o evento oferece", destacou a jornalista Mayane Matos.
"A Feira Internacional de Oiapoque reúne elementos que despertam o interesse da população: cultura, economia, gastronomia, música e integração entre países. A imprensa tem a missão de levar essas histórias ao público com responsabilidade e sensibilidade."
Com uma cobertura diversificada e presença constante dos veículos de comunicação, a 3ª Feira Internacional de Oiapoque ganha projeção dentro e fora do estado, fortalecendo sua imagem como um importante espaço de intercâmbio cultural, geração de negócios e desenvolvimento econômico.
A atuação da imprensa reafirma o compromisso do jornalismo em informar, valorizar as potencialidades da Amazônia e dar visibilidade às iniciativas que impulsionam a integração entre os povos da fronteira.
A secretária de Estado da Comunicação, Ana Girlene, destacou que a ampla cobertura dos veículos de comunicação reforça o papel estratégico da feira na promoção do Amapá e na integração entre os países da fronteira.
A secretária de Estado da Comunicação, Ana Girlene, ressaltou que a atuação da imprensa tem ampliado o alcance da 3ª Feira Internacional de Oiapoque, dando destaque à riqueza cultural da fronteira e fortalecendo a divulgação do turismo, do empreendedorismo e da integração entre os países participantes.
"A comunicação tem um papel essencial na valorização das potencialidades do nosso estado. A presença da imprensa na Feira Internacional de Oiapoque amplia a visibilidade do evento, fortalece a divulgação da nossa cultura, do empreendedorismo e das oportunidades de negócios, além de mostrar ao Brasil e ao mundo a riqueza da integração entre os povos da fronteira. Cada reportagem publicada contribui para projetar o Amapá como um estado de oportunidades, diversidade e desenvolvimento."
Liberação do Visto
A liberação do visto de curta duração para brasileiros que ingressam na Guiana Francesa, a partir deste sábado, 1º de agosto, também representa um marco acompanhado de perto pela imprensa de Macapá. Ao longo dos últimos anos, veículos de comunicação do Amapá deram espaço às dificuldades enfrentadas por moradores, turistas, comerciantes e empreendedores que precisavam lidar com a exigência do visto para atravessar a fronteira pelo Oiapoque.
A cobertura jornalística ajudou a manter o tema em evidência na agenda pública, registrando as discussões entre autoridades, os impactos da burocracia sobre a população da região e a expectativa pela integração entre o Amapá e a Guiana Francesa.
A imprensa acompanhou a coletiva sobre a liberação do visto de curta duração para brasileiros que ingressam na Guiana Francesa, medida que fortalece a integração na região de fronteira e amplia as oportunidades de turismo, negócios e intercâmbio entre os dois territórios. Com o fim da exigência do visto de curta duração, a imprensa amapaense acompanha agora uma nova etapa dessa relação de fronteira, marcada pela ampliação da circulação de pessoas, pelo fortalecimento do turismo e pela perspectiva de novos negócios entre os dois lados da Ponte Binacional.
Fonte: Mônica Silva e Volney Oliveira/SVS-GEA. Imagem: Max Renê/Secom-GEA.
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