A Praça da Bandeira, em Macapá, foi palco de empreendedorismo juvenil com mostras de criatividades profissionais, arte e incentivo para futuros jovens.
O 2º Festival da Juventude de Macapá, organizado pela Secretaria de Estado da Juventude (Sejuv), em seu primeiro dia, na sexta-feira, transformou a Praça da Bandeira em um local de empreendedorismo, lazer, cultura esportes, apresentação de diversas modalidades esportivas e musicais. A robótica também se fez presente no Festival da Juventude.
O evento encerra neste sábado, 18, e faz parte das ações da juventude urbana, com foco a aproximar os jovens das políticas públicas, incentivando o protagonismo juvenil, oferecendo atividades voltadas à cultura, lazer e cidadania, numa parceria com o Instituto Imaza.
"Nossa preocupação é fazer um evento desse de grande magnitude para o público jovem, não apenas para diversão, mas também mostrar o potencial do jovem empreendedor que o Amapá possui, e aqui se a gente observar, a maioria dos estandes de negócios o proprietário é jovem, que estar gerando emprego e oportunidade de renda, haja visto que muitos são pais de famílias", pontou a secretária da Sejuv, Priscila Magno.
Talentos e criatividade
De acordo com a secretária, em um evento como esse, as pessoas têm a chance de mostrar seus talentos criativos na fabricação de seus produtos como, culinária, trabalhos manuais, costura, crochê, pinturas, artes em geral, além daqueles que se destacam na música, danças, hip-hop, artes marciais como capoeira, muay-thai.
"Desde o ano começamos nosso trabalho durante a realização da Expofeira 2025, mostrando nosso produtos fabricados e impressos em tecnologia 3D, são miniaturas, Cubo Sensorial, Dragão Banguela e a Fúria da Luz, Mário Brós, Monumento Marco Zero, Batman e uma infinidade de personagens, produzidos com matéria prima de Ácido Poliático (PLA), derivado de fontes naturais biodegradáveis", enfatizou o Andrew Ferreira, proprietário da Alfa Cabon 3D, localizada no centro de Macapá.
O 2º Festival da Juventude foi idealizado para promover o empreendedorismo familiar, é o caso do Crochê da Drika. Uma geração de pessoas que tem repassado a experiência de tecer os fios manualmente fabricando confecções em geral.
"Aprendi a prática do crochê com minha mãe aos 7 anos de idade, repassei as minhas filhas e agora as netas já aprenderam também. Nós produzimos, toalhas de mesas, capas para bebedouros, colchas de cama, tapetes, peças de roupas e tudo que o cliente quiser", disse a artesã Adriana Carvalho, proprietária do Crochê da Drika, localizada no município de Santana.
A fisioterapeuta Johanna Queiróz, exerce a atividade de doceiras em suas horas vagas, como forma de gerar renda extra e ajudar no sustento da família.
"Eu trabalho no interior do Estado, e aproveito a oportunidade de oferecer nossos produtos como, brigadeiro caramelizado e gourmet, bolo caseirinho, empada, amendoim caramelizado e muitas outras delícias, feito com muito amor aqui neste evento", ressalta Johanna.
O Festival, transformou a Praça da Bandeira em um palto de celebração à cultural destinado à juventude, mas, pessoas de todas as idades prestigiam marcaram presença no primeiro dia, que contou com capoeira, poesia e leitura, jogos eletrônicos, robóticas, marabaixo e outras expressões artísticas, como o hip-hop.
"Biboy Jeff, este é o meu nome no Hip-hop, amo praticar a batalha cultural do hip-hop, sou do grupo El-Shammar Gril de Macapá, nossa modalidade já é considerada esporte olímpico e aqui o Estado do Amapá, cresce a cada dia com mais e mais pessoas de todas as idades querendo fazer parte", pontuou Jeff.
Fonte: José Maria Silva/Secom-GEA. Imagem: Divulgação/Secom-GEA.
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