Ação integrada ocorreu nos 16 municípios do estado e nas cidades paraenses de Santarém e Rurópolis. Condenações incluem crimes contra a vida, patrimônio e envolvimento com facções criminosas.
Para combater a impunidade, retirar criminosos de circulação e ampliar a sensação de segurança da população, o Governo do Amapá deflagrou a Operação Armagedon. A ofensiva das forças de segurança, coordenada pela Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp), ocorreu de forma simultânea nos 16 municípios do estado, além das cidades paraenses de Santarém e Rurópolis, e já resultou na prisão de 76 indivíduos com mandados de prisão em aberto expedidos pelo Poder Judiciário.
A ação integrada mobilizou equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar em um esforço conjunto voltado para a captura de foragidos por diversos crimes e para a redução do passivo de mandados registrados no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP). O secretário de Justiça e Segurança Pública, Cézar Vieira, destacou que o alinhamento das forças operacionais e o uso da inteligência policial foram fundamentais para alcançar a eficácia do trabalho em todo o território estadual.
"A Operação Armagedon é um demonstrativo claro de que o Estado está presente e atuante em cada município do Amapá, com as nossas polícias integradas para dar essa pronta-resposta à sociedade. Tirar mais de 70 indivíduos foragidos significa interromper o ciclo da violência e reforçar que no Amapá a criminalidade não se cria", afirmou Cézar Vieira.
Integração e inteligência policial
A Operação Armagedon foi estruturada com base no levantamento prévio de alvos e cruzamento de dados de inteligência, permitindo o cumprimento de mandados em áreas urbanas e rurais de todas as regiões amapaenses. Entre os detidos estão condenados por crimes contra a vida, patrimônio, envolvimento com facções criminosas e outros delitos graves.
O diretor de Policiamento do Interior da Polícia Civil, delegado Bernardo Carrano, reforçou o impacto das prisões no combate contínuo à impunidade e no alcance da meta de redução de ordens judiciais pendentes no BNMP.
"O empenho das nossas equipes em campo reflete o compromisso com a justiça e com a aplicação da lei. A captura desses foragidos retira de circulação indivíduos com condenações pendentes e impacta diretamente na redução dos índices criminais. Trata-se de uma ação com desdobramentos positivos para toda a população", pontuou Carrano.
Fonte: Cláudio Morais/Ascom-Sejusp-GEA. Imagem: Divulgação/Internet.
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