Ação integra o projeto Saúde em Nossas Mãos, do Ministério da Saúde, que busca reduzir infecções relacionadas à assistência e fortalecer a segurança do paciente nas UTIs do SUS.
O Hospital da Criança e do Adolescente (HCA), do Governo do Amapá, recebeu, na manhã de segunda-feira, 13, a visita técnica de profissionais do Hospital do Coração (Hcor), instituição de excelência parceira do Ministério da Saúde no projeto Saúde em Nossas Mãos. A agenda teve como objetivo acompanhar as ações desenvolvidas pela unidade e fortalecer as estratégias de prevenção às Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), especialmente na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
O Saúde em Nossas Mãos é uma iniciativa do Ministério da Saúde, desenvolvida por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), em parceria com hospitais de excelência e o Institute for Healthcare Improvement (IHI).
O projeto busca reduzir a incidência das principais infecções relacionadas à assistência, como a infecção primária da corrente sanguínea associada ao uso de cateteres, por meio da adoção de protocolos baseados em evidências científicas e da qualificação contínua das equipes de saúde.
"O projeto fortalece a cultura da segurança do paciente dentro da UTI. Trabalhamos com o monitoramento constante dos indicadores e com a adesão rigorosa aos protocolos, principalmente a higiene das mãos, que continua sendo uma das medidas mais eficazes para prevenir infecções relacionadas à assistência. A visita do Hcor é importante porque nos permite avaliar resultados, compartilhar experiências e identificar oportunidades de melhoria contínua", destacou Ana Cláudia, diretora de Assistência do HCA.
Durante a visita, a equipe do Hcor acompanhou as dependências da UTI da unidade, avaliou os processos implantados e discutiu estratégias para fortalecer a cultura da segurança do paciente. Entre as práticas priorizadas está a higiene das mãos, considerada uma das medidas mais eficazes para prevenir infecções hospitalares, além do monitoramento contínuo dos indicadores e da aplicação de protocolos que contribuem para uma assistência mais segura e de qualidade.
Além de promover a troca de experiências entre as equipes, o projeto incentiva a melhoria contínua dos processos assistenciais, contribuindo para reduzir o tempo de internação, evitar complicações decorrentes de infecções e diminuir os custos para o Sistema Único de Saúde (SUS).
Fonte: Secom-GEA. Imagem: Divulgação/Secom-GEA.
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