Reunião articula ações de proteção e cuidado especial aos síndromes de Down, PCDs e outros grupos vulneráveis ao longo da maior vitrine de negócios da Amazônia.
Representantes da varias entidades participaram de um encontro com a gerencia da Núcleo de Proteção a Criança e ao Adolescente com foco da segurança do público jovem na Expofeira 2026
Na última segunda-feira (13), foi realizado um encontro para debater as medidas de proteção a crianças e adolescentes durante a Expofeira 2026. Coordenada pela Secretaria de Estado dos Direitos Humanos do Amapá (Sedih), a assembleia contou com representantes de entidades de apoio a pessoas com síndrome de Down, pessoas com deficiência (PcD), entre outros segmentos.
De acordo com a gerente do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente da Sedih, Camila Ilário, a partir do encontro serão convidados órgãos como Comissariado da Infância e Juventude, Ministério Público, Conselho Tutelar, Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente e Tribunal de Justiça.
"Boa parte do trabalho vai ficar com as equipes da SEAS e da SEDH. Vamos estar na linha de frente, orientando famílias e acompanhando de perto para que nenhum direito seja violado", destacou Camila Ilário.
Na reunião ficou deliberado que as crianças vão usar pulseiras com dados pessoais a fim de facilitar a localização e identificação dos seus responsáveis
A Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp) é a entidade responsável em monitorar de toda a área do Parque de Exposições. A ação será feita em parceria com servidores do Comissariado da Infância e Juventude , em um ônibus equipado com câmeras e outras tecnologias visando à proteção do público infantojuvenil.
"A mesma parceria foi realizada na edição anterior da feira. Todas as pessoas que chegarem ao Parque de Exposições acompanhadas de crianças receberão orientações sobre os cuidados com os menores. Cada criança receberá uma pulseira de identificação com nome, telefone dos responsáveis e um código. Em caso de afastamento dos pais, a criança poderá ser localizada e encaminhada a uma central de acolhimento, onde terá acompanhamento psicológico, assistência social e acesso a atividades recreativas", ressalta Camila.
Para casos de crianças perdidas, haverá agentes descaracterizados em toda a extensão do Parque. Ao identificar uma criança em situação de vulnerabilidade, chorando ou demonstrando fragilidade, a equipe a encaminhará ao "Espaço Acolher". Os responsáveis serão contatados por telefone.
Fonte: José Maria Silva/Sedih-GEA. Imagem: Divulgação/Sedih-GEA.
Comentários